Pais de Cientistas – Dúvidas sobre Cientista Beta e o Programa Decola Beta

Em abril de 2017, seus filhos ficaram entre os 97 estudantes brasileiros selecionados para participar do Programa de Iniciação Científica Decola Beta! Uau! Isso realmente é um fato para lhe deixar orgulhoso. Recebemos mais de 400 inscrições do país todo, e seu filho está integrando um dos 50 projetos escolhidos.

Durante o processo seletivo e após a aprovação dos selecionados, reforçamos para eles a importância de que eles comunicassem aos seus responsáveis o seu desejo de participar do programa e qual o potencial impacto disso em suas vidas.  No entanto, sabemos que, mesmo assim, muitos pais ainda estão com dúvidas a respeito do programa. É para sanar tais dúvidas e para nos colocarmos a disposição de vocês que criamos essa sessão aqui em nosso site, com dúvidas e respostas. 

No final da página, temos um local onde você pode clicar e nos enviar outras dúvidas ou cadastrar seu e-mail para receber notícias mensais sobre o andamento do programa. 

 

  • O que é o Cientista Beta?

O Cientista Beta é uma iniciativa que surgiu em 2015 com o objetivo de aproximar os jovens da ciência, despertando protagonismo e promovendo transformação social por meio da iniciação científica. Acreditamos que a iniciação científica na fase escolar tem enorme potencial para desenvolver habilidades e competências essenciais para o século XXI. Ao desenvolver um projeto científico visando resolver um problema relevante, os jovens passam a atuar como agentes de mudança na sociedade.

Se quiser conhecer nossa equipe, clique aqui

  • Como atuamos?

O Cientista Beta atua de duas formas principais: com conteúdo de livre acesso e com o Programa de Iniciação Científica Decola Beta (PICDB).

Por meio do conteúdo de livre acesso, disponibilizado em nosso site, conseguimos despertar o interesse de estudantes e professores pela Iniciação Científica. Todos os conteúdos são disponibilizados na forma de textos ou e-book gratuitos que inspiram e levam informação para jovens e professores do país todo.

Já com o Programa Decola Beta, conseguimos permitir que jovens interessados em criar um projeto científico possam receber a orientação adequada e uma rede de apoio essencial para que ele supere os desafios do processo. Falaremos mais sobre o programa adiante.

  • O que motivou a criação do Cientista Beta?

O Cientista Beta surgiu em 2015, após um grupo de jovens se juntar com o objetivo de criar uma iniciativa que pudesse retribuir para a sociedade todo o aprendizado que eles tiveram fazendo pesquisa.

Durante o ensino médio e técnico, a cofundadora do Cientista Beta e atual diretora da iniciativa, Kawoana Vianna,  estudou em uma escola que incentiva o desenvolvimento de pesquisa científica, a Fundação Liberato (Novo Hamburgo – RS). Lá, desenvolveu pesquisas que lhe renderam prêmios em competições internacionais, um intercâmbio de pesquisa em Israel, e o mais importante: essa experiência a fez perceber sua responsabilidade de ajudar a transformar a realidade do Brasil. Foi pensando em levar essa experiência para jovens brasileiros que a Kawoana se uniu a outros jovens em 2015, para criar o que viria a ser o Cientista Beta. Se você quiser saber mais sobre a história da Kawoana para entender a motivação em criar o Cientista Beta, sugerimos que veja esse vídeo.

  • Qual problema estamos abordando com o Cientista Beta?

Existem 7,8 milhões de estudantes brasileiros no ensino médio e esses jovens não estão sendo preparados para enfrentar os desafios do século XXI. Em uma pesquisa recente, feita pelo Porvir em parceria com a Rede Conhecimento Social, foram entrevistados milhares de estudantes brasileiros e os resultados mostraram que apenas 4 em cada 10 estão satisfeitos com as aulas e com os materiais pedagógicos. Além disso, os estudantes relataram que, para aprenderem mais na escola, 36% desejam realizar atividades práticas ou resolução de problemas e 27% querem usar tecnologia.

Por outro lado, não apenas nosso sistema de ensino está defasado, mas a forma com que produzimos ciência no Brasil também. A pesquisa fica em grande parte restrita às universidades e está pouco conectada ao desenvolvimento econômico e social do país. A Organização das Nações Unidas acabou de criar um Conselho Científico e, em uma declaração recente, o Secretário-Geral Ban Ki-moon ressaltou a importância de que a ciência e a tecnologia sejam utilizadas para fortalecer as suas decisões políticas de desenvolvimento sustentável, reduzindo a desigualdade e acabando com a pobreza extrema. Precisamos modificar a forma com que a ciência é feita no Brasil e criar uma geração que veja a ciência como uma ferramenta de desenvolvimento humano, social e ambiental.

A iniciação científica já é realidade em inúmeras escolas de nível médio e técnico no Brasil. As escolas que já trabalham com esse tipo de incentivo estão entre as mais inovadoras do mundo. Nesse ambientes, os estudantes são estimulados a desenvolver projetos científicos a partir de algum problema identificado. No entanto, ainda temos num geral uma realidade bastante adversa para a maioria dos estudantes brasileiros que tenham desejo de desenvolver projetos científicos. Para começar, grande parte deles não vislumbra essa possibilidade. Os que sabem que ela existe ainda enfrentam a barreira de estarem desconectados de centros de pesquisa e a ausência de professores preparados para orientá-los. Assim, a pesquisa em fase escolar fica restrita a poucas escolas privadas e institutos federais. Nosso grande desafio é conseguir estimular os estudantes a se aventurarem no universo da pesquisa científica e conseguir oferecer oportunidades aos que querem ser jovens cientistas. Já está comprovado por diversas pesquisas acadêmicas que a iniciação científica a nível escolar desenvolve inúmeras capacidades e competências nos jovens cientistas, como habilidades de comunicação, protagonismo e liderança. Além disso, a experiência auxilia na tomada de decisão sobre a carreira.

Nesse trabalho, a pesquisadora Adriana Depieri avaliou o impacto da participação em feiras de ciência na vida dos jovens.

Se você quiser ver o relato de alguns jovens cientistas sobre o impacto que a pesquisa teve em suas vidas, veja esse compilado de depoimentos de jovens que foi coletado pela Kawoana Vianna antes da criação do Cientista Beta.

  • Quais resultados já atingimos até agora?

Alguns prêmios e reconhecimentos:

  • 2º Lugar no Social Good Lab – laboratório de inovação social da ONG Social Good Brasil;
  • Uma das 7 iniciativas que trabalham com ciência selecionadas pela SciBr Foundation com a Fundação Lemann pelo edital Micro-grants 2016;
  • 2º Lugar do Prêmio Citi 2017 na categoria Microempreendedor Iniciante;
  • Um dos 15 finalistas da Red Bull Amaphiko Academy – área de inovação social da Red Bull que seleciona projetos do mundo todo para receberem apoio e aceleração.

Resultados do nosso trabalho:

  • Ao longo de 2016, conseguimos dar mentoria para 45 estudantes brasileiros do ensino médio/técnico, com a ajuda de 24 mentores. Esses estudantes desenvolveram projetos científicos nas mais diversas áreas.
  • Os estudantes foram aceitos para participar de 22 eventos científicos e conquistaram 15 prêmios, dentre eles o 1º lugar de Impacto na Comunidade na Google Science Fair, 1º, 2º e 4º lugar na MOSTRATEC, credencial para apresentar o projeto em 2017 na I-Sweep (EUA), Genius (EUA) e da Expocerca (Espanha);
  • Publicamos 4 e-books que tiveram centenas de downloads;
  • Publicamos mais de 100 textos de divulgação científica em nosso site que contabilizaram mais de 90 mil acessos;
  • Conseguimos fechar uma parceria com o Daquiprafora e 3 estudantes envolvidos com  o Cientista Beta receberam bolsa integral da empresa para preparação para graduação nos EUA em 2018;
  • Em 2017, selecionamos 50 projetos de estudantes do Brasil todo para participarem da 2ª edição do Programa Decola Beta.

O Cientista Beta virou notícia em mais de diversos veículos de comunicação (Globo, UOL, PorVir, etc). Você pode ver essas reportagens aqui:

Trazemos o depoimento de um dos estudantes que recebeu nossa mentoria em 2016, o Arthur Sulzbach de Estrela (RS). Neste ano, foi pela primeira vez para os EUA, para apresentar o projeto que desenvolveu ao longo do programa: 

 

  • O que é o Programa de Iniciação Científica Decola Beta?

É um programa desenvolvido pelo Cientista Beta que visa incentivar a produção de pesquisa científica durante o ensino médio ou técnico, potencializar o talento e a capacidade de criação de jovens e produzir conteúdo de qualidade, para que estudantes desenvolvam suas pesquisas com excelência. 

  • Como funciona o Programa?

O Programa tem como objetivo apoiar o aluno na realização de seu projeto científico. Para isso, nós oferecemos conteúdo, desafios e a conexão a um mentor para cada projeto. Ao longo de 8 meses, os estudantes selecionados desenvolvem suas pesquisas com o apoio do mentor e de seu orientador, seguindo os desafios propostos pelo programa. O conteúdo é produzido pelo Cientista Beta, assim como os desafios. As mentorias ocorrem de acordo com a demanda de cada projeto e, geralmente, de maneira virtual.

  • Qual é a duração do Programa?

O Programa tem duração de 8 meses (15 de abril até 15 de dezembro). 

  • Quem pode participar?

Para ser mentorado e inscrever um projeto, o candidato deve estar cursando ensino médio ou técnico durante o ano de 2017. Na inscrição, os jovens precisavam dizer qual era a ideia de projeto que gostariam de desenvolver. Depois, se passassem para a etapa seguinte, recebiam o desafio de escrever uma redação com o tema “Como vou usar o método científico para mudar o mundo?”, além de encontrar um professor que aceitasse orientar seu projeto.

  • Para que um estudante desenvolva um projeto científico, é preciso que ele participe do Programa Decola Beta?

Não. Qualquer jovem estudante pode desenvolver um projeto científico, desde que tenha o acompanhamento de um orientador. Há milhares de estudantes do país que já faziam pesquisa antes mesmo do Cientista Beta existir.

A diferença é que nós criamos uma rede de apoio a estes jovens, possibilitando que consigam desenvolver ao máximo seu potencial. É difícil para um estudante, que está em uma escola na qual o ensino da pesquisa não é uma prática, desenvolver um projeto de qualidade, saber como fazer, ter apoio e instruções. O que nós fazemos é oferecer justamente isso: uma rede de apoio, desafios e conteúdos. Assim, toda a experiência do jovem é melhor aproveitada e, desta forma, cria um projeto melhor e traz oportunidades únicas.

  • Existe algum custo de participação?

O programa não tem fins lucrativos. Os jovens selecionados para a participação no Programa de Iniciação Científica Decola Beta 2017 ao final do processo seletivo devem pagar uma taxa de participação no valor de 200,00 (duzentos reais) por pessoa / integrante do projeto. Tal taxa é para cobrir despesas internas do Cientista Beta e não nos traz nenhum tipo de lucro. 40% dos estudantes selecionados para o programa são bolsistas. Por sermos uma iniciativa que visa causar o maior impacto social positivo que for possível, fazemos o máximo para que todos os estudantes com potencial participem do programa. Por isso, temos essa grande quantidade de estudantes que são bolsistas do programa.

Para que os responsáveis possam efetuar o pagamento, criamos essa página no Sympla. Se você quer saber se o seu filho solicitou bolsa parcial ou integral, pergunte a ele ou entre em contato conosco. Os participantes que pediram bolsa integral, não precisam efetuar nenhum pagamento. Já aqueles que pediram bolsa parcial, devem fazer o pagamento de R$ 100,00. Aqueles que não solicitaram bolsa, devem pagar o valor de R$ 200,00. 

https://www.sympla.com.br/programa-de-iniciacao-cientifica-decola-beta-2017__149621

  • Como os jovens foram selecionados?

Os critérios que utilizamos para selecionar os jovens que teriam a oportunidade de participar do programa são: criatividade, comprometimento e motivação.

  • Como surgem as ideias dos projetos desenvolvidos pelos jovens participantes?

Todas as ideias desenvolvidas pelos jovens participantes do programa são de autoria dos próprios jovens. O Cientista Beta não interfere na ideia do projeto, apenas orienta possíveis delimitações. Em geral, as ideias surgem a partir de problemas observados por esses jovens em suas realidades.

O Cientista Beta não tem nenhum direito autoral sobre o projeto e todo capital intelectual desenvolvido pelo jovem, além de eventuais patentes, tem seu crédito reservados aos autores do projeto. 

  • Quem são os mentores?

Os mentores são pessoas que se voluntariaram para ajudar algum projeto ao longo do programa. Para ser mentor, é preciso passar por um processo seletivo concorrido, e todos os candidatos precisam ter vivenciado alguma experiência com pesquisa. São pessoas que já concluíram o ensino médio, podendo também estar na graduação, mestrado, doutorado. O Cientista Beta utiliza critérios para conectar um mentor a um projeto, para acompanhar o desenvolvimento ao longo dos 8 meses do programa. O mentor é quem apoia, incentiva, provoca, questiona e estimula o jovem. O seu papel não é conflitante com o do orientador.

Se você quiser conhecer um pouco mais sobre a experiência de ser mentor, recomendamos a leitura deste texto da Vanessa, mentora de 3 jovens que participaram do programa, em 2016.

  • Onde o jovem executa a parte prática da pesquisa?

Nem todos os projetos necessitam de laboratórios para a parte prática. No entanto, aqueles que precisam podem buscar utilizar espaços da escola, de institutos de pesquisa ou de universidades próximas. A busca por esse tipo de local é de responsabilidade do estudante e do seu professor orientador. Toda a parte prática de execução do projeto deve ser acompanhada pelo professor orientador e este deve se certificar de que o estudante está seguindo normas de segurança.

  • O que um jovem pode ganhar ao fazer pesquisa?

Jovens que vivenciam a experiência de desenvolver projetos científicos ainda no ensino médio tornam-se mais autônomos e protagonistas. A sala de aula convencional é, em geral, um ambiente em que o aluno aprende de forma passiva, sem se apropriar do processo de ensino-aprendizagem. Já ao fazer um projeto científico, o jovem passa a determinar: o que, como e quando vai fazer o projeto. O projeto depende dele, da sua dedicação e do seu empenho. Além disso, o estudante passa a compreender de forma mais clara qual seu papel na sociedade, passa a se conhecer melhor e isso pode lhe ajudar inclusive a decidir com maior clareza qual o curso que gostaria de fazer na graduação. Outro benefício é o desenvolvimento da habilidade de comunicação, que é uma das mais desenvolvidas entre os jovens que fazem pesquisa.

Outras oportunidades que são oferecidas a jovens que fazem pesquisa:

  • Prêmios em feiras de ciências;
  • Bolsas em universidades no Brasil e exterior;
  • Viagens nacionais e internacionais para apresentar suas pesquisas.
  • Fazer pesquisa atrapalha os estudos e a preparação para o vestibular?

Nós acreditamos que não. Os estudantes que desenvolvem pesquisa, quando realmente motivados, encontram uma forma de melhorar sua organização e sua gestão de tempo, para que possam seguir os estudos da escola da melhor maneira possível. Jovens que fazem pesquisa tornam-se mais responsáveis e passam a gerenciar seu tempo e energia de maneira mais inteligente.

Nós não queremos competir com a escola. Para nós, é importante que o jovem cumpra de maneira exemplar suas obrigações com a escola. No entanto, sabemos que a escola, por melhor que seja, muitas vezes tem o foco apenas em auxiliar o estudante a passar no vestibular. No Cientista Beta, acreditamos em preparar o estudante para ser responsável, protagonista e pensar criticamente, ao invés de apenas se preparar para passar em uma prova. Por isso, vale a pena que o estudante aproveite essa fase do ensino médio para estudar as disciplinas da escola e desenvolver seu projeto, paralelamente. 

  • Quem paga os custos da pesquisa?

O Cientista Beta não dá nenhum tipo de apoio financeiro aos projetos. Os eventuais custos originados pelo projeto são de responsabilidade do estudante e dos seus responsáveis. Muitos dos estudantes recebem apoio de suas escolas e ou dos laboratórios de pesquisa e isso faz com que não gastem com a execução da pesquisa. Além disso, a maioria das pesquisas não exige investimento financeiro dos estudantes. 

 

Converse com o seu filho. Saiba por que ele escolheu se inscrever no programa e como está sendo a experiência dele. Pergunte como você pode ajudar. Apoie seu filho, ele é um jovem motivado a fazer a diferença no mundo, tudo que ele mais precisa é que você acredite nele e lhe dê o suporte necessário. 

 

 

 

Se você ainda tem alguma dúvida sobre o potencial que o programa tem para contribuir para a vida do seu filho, assista ao vídeo abaixo com o depoimento da Gabriela Delela, participante do ano passado: 

Um dos e-books lançados neste ano traz uma visão de como foi a edição passada do programa:

 

Por fim, compartilhamos um trecho do 1º Módulo do conteúdo que enviamos para o seu filho sobre o programa, sobre fazer pesquisa e sobre desenvolver-se. Nele, falamos sobre a importância e sobre o papel dos pais na vida dos jovens cientistas: 

Também faz parte do ecossistema do jovem cientista a família, que aqui vamos representar pelos pais, mas sinta-se à vontade para completar este cenário com outros personagens que convivem com você. Ao longo de anos de contato com jovens que desenvolvem pesquisa, notamos que o apoio dentro de casa é um fator fundamental para encorajar e para incentivar o jovem a seguir em frente. Ter um mentor e um orientador excelentes não basta, pois é necessário haver apoio familiar.

Isso é muito curioso, por um fator em específico. Observamos que, geralmente, a família não tem uma boa noção do que o jovem faz. Para ser sincero, na maioria das vezes, eles ficam orgulhosos de tudo, sorriem por fora, mas por dentro não sabem muito bem o que está acontecendo ali. O curioso é que o mentor e o orientador possuem influência e auxiliam você tendo como base o conhecimento técnico e a vivência do que você faz. Os pais, por sua vez, não conhecem muito bem… mas, mesmo assim, a sua ajuda é tão grande quanto ou maior que a do mentor e do orientador. Assim, não se trata apenas de conhecimento. Ele também é importante, mas se trata principalmente de proximidade.

Imagine, então, se fosse possível unir alguém próximo assim, tal qual a sua família, com o conhecimento sobre o que você faz? Quando uma pessoa se empodera de conhecimento, ela sente-se mais responsável pelo que está acontecendo e possibilita ações que levam a uma transformação mais intensa ainda. Como colocar isso em prática: é tarefa do mentorado explicar e deixar claro para os seus pais o que está desenvolvendo, sem medo de que eles não compreendam, sem preguiça de ter que repetir a explicação algumas vezes, sem nenhuma vergonha.

Você verá que eles olharão para você e para o seu trabalho de uma forma diferente e, além disso, buscarão apoiá-lo mais ainda, agora que estão plenamente cientes daquilo que está acontecendo. É uma atitude simples e o benefício é incalculável.”